quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
sábado, 15 de outubro de 2011
A nossa chamada "Democracia"
Terminado nesta ultima sexta-feira 14/10
o prazo para cada partido submeter a sua lista de filiados ao TSE. Estão fechadas
as portas das gaiolas, estão lá, no cativeiro partidário, os pré-candidatos a Prefeito, Vice-prefeito e a vereador, um ano
antes das eleições.
Depois, se caso se elegerem, os seus
mandatos pertencem a sua sigla Partidária, e se desejarem trocar de Partido correm
o risco de perder seus mandatos, caso não for devidamente plausível a justificativa
de saída do Partido a qual se elegeram.
E nós eleitores, somos obrigados a comparecer
a uma seção eleitoral no dia da eleição e votar, caso contrario, pagamos multa
e perdemos o direito a assumir vaga de concurso publico se aprovado for, entre
outras mais imposições. Assim funciona o sistema...
Agora é aguardar até 30/06/2012 último dia
para a realização de convenções destinadas a deliberar sobre coligações e
escolher candidatos a prefeito, a vice-prefeito e a vereador (Lei nº
9.504/1997, art. 8º, caput).
domingo, 9 de outubro de 2011
Selo Postal - Laranja da Terra
Bandeira do Município
Praça Verde da Vila de Laranja da Terra
Pedra dos Cinco Pontões
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
"O Pastelão e a Torta"
"O Pastelão e a Torta"
No próximo dia 09 de outubro (domingo) a Companhia Folgazões segue para mais uma apresentação da montagem "O Pastelão e a torta", através do projeto de circulação da Secult que está levando alegria, cultura, lazer e muita diversão a algumas cidades do Estado, e o melhor disso tudo: com entrada franca! A apresentação vai acontecer na Praça do Bairro Bela Vista, em Laranja da Terra, às 18 horas. Quem estiver por lá não pode perder esse "prato cheio de boas gargalhadas".
Sinopse
A farsa “O Pastelão e a Torta” foi escrita na Idade Média por autor desconhecido. Já foi montada e encenada por diversos grupos de teatro em todo o mundo e até hoje diverte as plateias. O enredo narra as peripécias de Julião e Balandrot, dois mendigos que não vão medir esforços para conseguir ‘abocanhar’ um delicioso pastel e uma apetitosa torta. O que eles não contavam é que teriam que driblar Joaquim e Marieta, os pasteleiros, donos das cobiçadas receitas . Em “O Pastelão e a Torta”, diversão é o ingrediente que não vai faltar!
sábado, 1 de outubro de 2011
A metáfora do elefante!!!
Você já foi ao circo? Você viu o elefante depois do
espetáculo? O que prende o elefante??
O elefante é preso por uma pequena corda amarrada a um
pequeno bastão fincado no chão.
Agora me explique, por favor, como pode ser que o animal mais
poderoso sobre a face da terra, um elefante que pesa varias toneladas e é capaz
de arrastar um caminhão na subida da serra do Machadinho, não estoura esta pequena corda?
Porque ele não foge?
- Então o dono do circo explica:
Quando o elefante era ainda um filhote pequeno, sem muita
força, veio o adestrador de elefantes e prendeu-o com uma corrente pesada e uma
estaca sólida presa na terra, e toda vez que o pequeno filhote tentou ir um
pouco mais longe, o que ele aprendeu?
Aprendeu os limites da corda, aprendeu o que ele pode
alcançar e o que ele não pode alcançar. Isto é possível para mim e isto é impossível.
Para e pense um minuto, como se senti quando tenta alguma
coisa e não consegue?
O sentimento de fracasso, dor, desespero.... Assim para
evitar o sentimento de dor, o filhote aos poucos simplesmente parou de tentar
ultrapassar o limite da corda.
Passaram dias, semanas, meses, anos e o pequeno filhote foi crescendo e se transformou num gigantesco e poderoso elefante, preso a uma pequena corda.
Conclusão obvia.... NÃO..... nós podemos e podemos muito mais...
Acredite em você!!!
A DIFÍCIL ARTE DE OUVIR
por Artur da Távola
Um dos problemas cruciais
da comunicação, tanto a de massa como a interpessoal, é este: como o outro ouve
o que lhe é dito. Aqui registro uma constatação para o rol de estudos e debates
a respeito: raras, raríssimas são as pessoas que procuram ouvir exatamente o
que a outra está dizendo; ou, então, raras são as pessoas que, ao menos,
procuram ouvir.
Em geral não se ouve o
que o outro fala. Ouve-se o que ele não está dizendo.
Não se ouve o que o outro
fala. Ouve-se o que se quer ouvir.
Não se ouve o que o outro
fala. Ouve-se o que já se escutara antes e o que se está acostumado a ouvir.
Não se ouve o que o outro
fala. Ouve-se o que se imagina que o outro ia falar.
Numa discussão, em geral,
não se ouve o que o outro fala. Ouve-se quase que só o que se pensa para ser
dito em seguida.
Não se ouve o que o outro
fala. Ouve-se o que se gostaria que o outro dissesse.
Não se ouve o que o outro
fala. Ouve-se apenas o que se está sentindo.
Não se ouve o que o outro
fala. Ouve-se o que já se pensava a respeito daquilo que o outro está falando.
Não se ouve o que o outro
está falando. Retira-se da fala dele apenas as partes que tenham a ver com o
ouvinte.
Não se ouve o que o outro
fala. Ouve-se o que confirme ou rejeite o próprio pensamento do ouvinte. Ou
seja, transforma-se o que o outro está falando em objeto de concordância ou
discordância.
Não se ouve o que o outro
está falando. Ouve-se o que se possa adaptar ao impulso de amor, raiva ou ódio
por quem está a falar.
Não se ouve o que o outro
fala. Ouve-se da fala dele apenas os pontos que possam fazer sentido para as ideias
e pontos de vista que, no momento, nos estejam influenciando ou tocando mais
diretamente.
Ouviu?
domingo, 25 de setembro de 2011
VIII Fórum Nacional debate a reformulação da legislação de defesa civil
Maceió (AL) – O 8º Fórum Nacional de Defesa Civil, que
aconteceu em Maceió, capital de Alagoas, dedicou um dos painéis da manhã da
sexta-feira (23/09), à proposta de reformulação da legislação brasileira de
defesa civil. Falaram sobre o tema o deputado federal Glauber Braga (PSB/RJ),
que é relator da Comissão Especial de Prevenção a Catástrofes da Câmara e a
chefe de gabinete da Secretaria Nacional de Defesa Civil, Cristiane Antunes.
O debate foi em torno da proposta de marco legal contendo os
principais pontos da legislação que está sendo revista e reformulada. Segundo
Cristiane “a lei ainda está em fase de consolidação e todas as sugestões e
propostas estão sendo analisadas. Este é o momento para que possamos discutir
as ideias que surgiram” afirmou ela.
Para o deputado Glauber Braga não é possível ter uma visão
condicionada do tema, de que não é possível ter uma alteração, ou que as coisas
não podem ser modificadas. “Temos uma grande tarefa, que é a de levar essa
mensagem para quem não esta no dia a dia, atuando na pratica, disponibilizando
essas informações. E mais ainda, coordenar uma política de defesa e de
proteção, sem um condicionamento único de que nada pode ser feito”.
Entre os principais assuntos colocados em pauta estão: novo
paradigma com foco na proteção civil; alinhamento com a terminologia da
estratégia internacional adotada pela Organização das Nações Unidas (ONU), na
qual a redução de desastres ocorrerá pelo conjunto de ações que envolvam
prevenção, mitigação, preparação, resposta e recuperação.
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